Cheerleading: veja como esse esporte está crescendo entre as atléticas

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Você sabia que o cheerleading não é só das universidades norte-americanas? A modalidade já chegou aqui no Brasil e vai muito além de animar a torcida em jogos escolares.

Assim como outros esportes, as equipes passam por treinamentos regulares e disputam até campeonatos e torneios por aí.

Quer saber mais sobre o crescimento do cheerleading por aqui e os elementos que fazem parte do esporte? Vem com a gente que vamos contar tudo sobre essa modalidade esportiva!

A importância do cheerleading nas universidades

Se até agora você só via acrobacias e coreografias sincronizadas nos filmes norte-americanos ou nos intervalos de jogos da NFL e da NBA, prepare-se para ver o cheerleading aqui no Brasil também. 

O nome em inglês significa animar a torcida, mas a modalidade vai muito além disso. Gritos de guerra, pompons, coreografias e acrobacias incríveis são resultado de preparo físico intenso e muito treino, como qualquer outro atleta.

O esporte também ajuda a desenvolver habilidades para a vida universitária e para o que vem depois. Olha só:

  • trabalho em equipe;
  • superação de limites;
  • motivação para seguir em frente;
  • força muscular e força de vontade;
  • flexibilidade e ritmo.

A primeira equipe universitária foi formada em 2009, quando o esporte chegou aqui no Brasil. O Cheerleading UFSCar surgiu como um incentivo na Universidade Federal de São Carlos para disseminar a modalidade e hoje é um dos principais nomes no cenário nacional. Vamos ver algumas informações do grupo:

  • equipe formada por 23 meninas e sete meninos;
  • quatro títulos nacionais conquistados;
  • treinos de cinco a seis vezes na semana;
  • atletas convocados pela Seleção Brasileira de Cheerleaders.

Aliás, em 2017, o esporte ganhou reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (COI) e virou uma modalidade olímpica. Para entrar nos jogos oficialmente, é preciso cumprir alguns requisitos, mas o caminho já foi aberto.

O crescimento da modalidade esportiva no Brasil

Os grupos de cheerleaders, ou líderes de torcida, foram oficializados em 2009 no Brasil pela União Brasileira de Cheerleaders (UBC), mesmo ano em que foi criado o Campeonato Nacional Cheer & Dance. Em competições, as equipes precisam mostrar habilidades com coreografia, sincronia de movimentos, formação de pirâmides, animação e saltos. Haja técnica, força e disposição!

Há três tipos de campeonatos: universitários, estaduais e nacionais. Nos torneios universitários, cada apresentação tem duração de 2 minutos e meio. A categoria Sessão Torcida inclui 30 segundos de música cantada, coreografia e animação do público, enquanto a All Star contempla a primeira parte apenas.

Com a participação cada vez maior em competições, o esporte ganhou visibilidade e conquistou espaço no meio universitário. Segundo a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CDBU), 80 equipes profissionais e mais de 200 times universitários, o equivalente a 10 mil atletas, já estão cadastrados na UBC.

Os principais pilares do esporte

No cheerleading, meninas e meninos precisam mostrar suas habilidades com acrobacias, saltos, dança com movimentos sincronizados, levantamentos e formação de pirâmides. A modalidade esportiva é formada por três pilares: ginástica, acrobacias e dança. Saiba mais!

Ginástica

Você sabia que a ginástica ritmada representa 50% do cheerleading? A coreografia é essencial para uma apresentação e requer bastante esforço físico. São horas intensas de treinos diários para quase 3 minutos de apresentação.

Acrobacias

Outro pilar importante para os líderes de torcida e que enche os olhos de quem acompanha as apresentações vem com as manobras acrobáticas — algumas com alto grau de dificuldade.

Dança

Além das acrobacias, a dança tem papel importante no cheerleading. É ela que vai incorporar os ritmos da música e guiar a sincronia dos movimentos entre os atletas, além de dar mais flexibilidade e controle corporal.

O cheerleading tem ganhado mais espaço como esporte no Brasil, principalmente dentro das universidades. É no meio universitário que se formam as equipes, começam as participações em torneios nacionais e a seleção de atletas para representar o país em competições fora e nas olimpíadas, quando chega a hora.

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